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Como um projeto estrutural bem feito pode economizar até 20% na sua obra

  • Foto do escritor: Leandro, da Pórtico
    Leandro, da Pórtico
  • há 3 dias
  • 3 min de leitura

Quando iniciamos o planejamento de uma obra, seja a construção da casa própria ou uma ampliação comercial, a primeira preocupação costuma ser o orçamento. Na tentativa de fazer a conta fechar, é comum que proprietários cometam um erro clássico: cortar o que consideram "gastos burocráticos".

É nessa hora que surge o famoso mito: "Contratar engenheiro é gasto, vou fazer direto com o mestre de obras experiente".

No entanto, o que parece uma economia inicial pode se tornar o maior prejuízo da sua construção. Hoje, vamos explicar a matemática por trás dessa decisão e mostrar como um Projeto Estrutural bem feito pela Pórtico pode reduzir o custo total da sua obra em até 20%.


O medo de cair e o "Superdimensionamento"

Imagine que você precisa atravessar um rio pequeno. Se um engenheiro projetar a ponte, ele calculará exatamente o peso das pessoas, a força do vento e o tipo de solo. Ele desenhará uma ponte segura e eficiente.

Agora, imagine fazer essa ponte sem cálculo, apenas "no olho". O medo de que a ponte caia faz com que, instintivamente, quem está construindo a faça muito mais grossa e pesada do que o necessário. "É melhor sobrar do que faltar", certo?

Na engenharia, chamamos isso de Superdimensionamento.

Quando uma obra é executada sem um Projeto Estrutural (o cálculo das vigas, pilares, fundações e lajes), o pedreiro ou mestre de obras, por não ter os cálculos matemáticos exatos, tende a exagerar nos materiais para garantir que a casa não caia.



Onde o seu dinheiro está sendo enterrado?

O superdimensionamento ataca diretamente os dois itens mais caros da fase bruta da obra: Aço e Concreto.

Sem um projeto detalhado, é comum vermos:

  • Vigas muito maiores do que o necessário: Consumindo metros cúbicos de concreto a mais.

  • Armaduras de aço exageradas: Ferros mais grossos ou em maior quantidade do que a carga da casa exige.

  • Fundações desproporcionais: Sapatas gigantescas para sustentar pesos que não existem.

Basicamente, você está pagando por uma estrutura capaz de suportar um prédio, quando está construindo apenas um sobrado. Você está enterrando dinheiro nas paredes e no chão.


A Engenharia é a ciência da economia

O papel do engenheiro civil e da equipe da Pórtico não é apenas fazer o desenho. É calcular a eficiência.

Através de softwares avançados e conhecimento técnico, o projeto estrutural define a quantidade exata de material para garantir a segurança total, seguindo todas as normas (como a NBR 6118), sem desperdício.

A conta é simples: O valor que você investe na contratação do projeto estrutural costuma ser muito menor do que o valor que você gastaria comprando cimento, areia, pedra e vergalhões em excesso.

Estudos de caso na construção civil apontam que a economia de materiais gerada por um bom projeto pode chegar a 20% do custo total da estrutura.



Além da economia: Segurança e Valorização

Além de salvar o seu bolso, o projeto estrutural evita as temidas patologias pós-obra. O superdimensionamento feito sem critério técnico, além de caro, pode gerar peso excessivo em pontos errados, causando trincas, rachaduras e recalques (afundamento) da fundação.

Ter o projeto em mãos também garante:

  1. Documentação em dia: Facilidade para regularizar o imóvel e obter o Habite-se.

  2. Valorização do imóvel: Uma casa com projetos e responsabilidade técnica (ART) vale mais no mercado.

  3. Previsibilidade: Saber exatamente quanto vai gastar antes de comprar o material.



Conclusão

Não deixe que o mito do "engenheiro é caro" comprometa o seu orçamento. O projeto não é um custo extra, é uma ferramenta de investimento que se paga com a própria economia de materiais.



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